Silencing the mind

E passam as férias e sempre ouço alguém queixar-se de que “agora é que ia de férias para descansar”. E, pergunto eu, o que fizeram durante as férias?

Muito simples!
Passamos o ano inteiro a correr de um lado para o outro, sempre com o telemóvel disponível porque alguém pode ligar, ou pode ser necessário resolver algum assunto de trabalho. Corremos para ir levar e trazer as crianças da escola para as atividades extra e daí para casa e, no dia seguinte, recomeçamos de novo. Depois, corremos para ir de uma reunião para outra, para responder a mais um email, porque se nãos e responde de imediato, do lado de lá ligam a confirmar se recebemos o email… enfim, acho que entendem onde quero chegar.

Chegamos às férias e a correria mantém-se para ir para a praia, depois ao supermercado, a seguir para deixar os miúdos nos avós, depois porque há um arralial e é preciso lá ir… E a mesma correria, sempre com o telemóvel atrás.

De facto, as férias deveriam ser o momento em que conseguimos reencontrar-nos connosco no SILÊNCIO. Não me refiro a um silêncio em que ninguém fala, em que a TV e o rádio estão desligados e se põesm uns  tampões nos ouvidos para evitar qualquer ruído. Se bem que este silêncio tmabém pode ajudar.

O SILÊNCIO de que falo é aquele em que desaceleramos a mente. Em que conseguimos descansar fazendo coisas de que gostamos; em que temos tempo para disfrutar de uma paisagem, para ler um livro, para apreciar um pôr-de-sol. O silêncio da mente implica viver no nosso ritmo e não no ritmo que nos é imposto pela globalização.

Acha que consegue viver 1 ou 2 semanas assim?
Se tiver a mente silenciada vai escutar o que lhe diz o coração, para onde ele o quer levar. Que sonhos tem, como lá chegar… Como rentabilizar melhor os seus talentos.

Encontre-se no silêncio da sua mente e procure que se torne um hábito diário tirar alguns minutos do seu dia para o fazer ao longo do ano. Os benefícios serão muitos, a começar pela sua boa saúde mental.

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‘Cause I’m happy…

Chega o bom tempo, as férias, a praia e o descanso, só podemos sentir-nos alegres, concordam?

Nas férias, ouvi alguém entendido dizer, temos 2 fases essenciais:
» 1ª: esvaziar a cabeça: em que fazemos pouco ou quase nada, para dormir, relaxar, deixar partir o stress do ano que passou;
» 2ª: encher a cabeça: depois de tanto relaxamento, convém ocupar a cabeça com coisas que gostamos, que pode ser ler um livro, apreciar arte, pintar, dançar, passear na praia, correr ou andar de bicicleta… enfim, cada um lá terá os seus gostos e interesses.

Assim, preparamo-nos para novos desafios. Mas, acima de tudo, reencontramo-nos connosco mesmos!
Quando a cabeça está mais ‘leve’, consegue pensar melhor, estabelecer objectivos e definir estratégias. E é assim que conseguimos estar bem connoco e sentirmo-nos FELIZES!

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Project #breakonthrough11

Bom dia! Hoje começa mais uma semana e, não sei porquê, deu-me para fazer uma retrospectiva dos últimos tempos.
Se seguem o meu blog, já devem ter reparado quer com frequência vos falava do Projecto #breakonthrough. E lá passaram quase 10 meses e houve um grande avanço e muita coisa aconteceu.

A piada é que aconteceu muita coisa que não era bem aquilo que eu tinha previsto de início; e o que aconteceu encaminhou-me para uma direcção bem diferente do inicialmente previsto.

Não posso dizer que tenha ficado muito contente, porque o que pretendia era outra coisa. Mas o facto de ter encontrado PAZ já é um enorme passo em frente.

Por outro lado percebi que por vezes procuramos novas aventuras profissionais porque achamos que o trabalho nos define a nós e à nossa vida. No entanto, aquilo que fazemos no tempo que nos sobra é muito mais importante, porque são coisas que vão ao encontro dos nossos gostos e necessidades.

Assim sendo, fiquei em paz e tranquila, porque percebi que faço muitas coisas que gosto, tenho vários hobbies que me ajudam a colocar em prática alguns dos meus talentos que na rotina profissional não tenho espaço para usar. E essas sim, são as coisas que me definem, as coisas que gostei toda a vida e as coisas que sempre procuro concretizar de alguma forma desde que me lembro de mim mesma.

E partilho convosco esta história porque, se puder inspirar alguém, já ficarei muito feliz!

Memories…

A nossa memória é um depósito de tudo aquilo que nos acontece, acrescido das nossas percepções e emoções em cada momento.

Assim, já deve ter reparado que as suas memórias sobre certas pessoas são muito boas, outras nem tanto. Alguns acontecimentos regista-os com muita saudade, outros nem por isso. Ou seja, nunca guardamos apenas na memória o acontecimento, mas também a nossa percepção do mesmo.

Para que não acumule lixo misturado com as suas memórias, é importante que filtre os acontecimentos e a relação com as pessoas, por forma a ver sempre o lado positivo dos mesmos, especialmente quando coisas menos boas acontecem. Retirar aprendizagens de tudo é um bom truque, porque será o resultado dessa aprendizagem que lhe ficará gravado e não a ocorrência em si.

Agora que o verão se aproxima, bem como o tempo de férias, verifique se não está na altura de limpar da sua mente as ervas daninhas que vieram agarradas às suas experiências e vivências deste ano que passou.

old letters, photographs and post cards

Smile yourself!

Se leu o meu artigo de ontem (ou se quiser ler aqui) aproveite para obter mais uma dica de comunicação eficaz.

Certamente já lhe aconteceu ir muito descontraidamente na rua e de repente aparece-lhe na frente aquela colega chata e picuinhas que faz queixas de tudo, para dar graxa ao chefe. O que faz?
1) atravessa a estrada para o outro lado para não lhe falar?
2) abre um enorme sorriso, cumprimenta e segue em frente?

Bom, por certo alguma vez na vida já optámos pela opção 1), mas a cortesia sugere-nos rasgar um enorme sorriso, mesmo que por dentro o fígado não o faça (!!) e cumprimentar a pessoa.

SORRIR é um remédio muito eficaz para o interlocutor, mas para nos defendermos a nós mesmos de reacções que podem ser mais adversas. Para além de que, ajuda a suavizar as raivas e ressentimentos que possamos nutrir por alguém, afasta más memórias em situações mais constrangedoras e faz subir as nossas boas vibrações.

Como vê, é só vantagens. Aproveite e sorria! Dê um sorriso a quem mais precisa, mesmo que seja a si mesma ao espelho!

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O poder do silêncio

Hoje venho dar-vos uma dica de comunicação eficaz.
Há várias formas de comunicar. Podem ser verbais e não verbais, sendo a comunicação não verbal tão ou mais eficaz. Interpretar os gestos, os movimentos, os olhares dos nossos interlocutores, podem ajudar-nos a perceber a sua receptividade ao que estamos a dizer.
Por exemplo, se estamos a falar com uma pessoa que a toda a hora desvia o olhar para outras ocorrências, claramente já não está a prestar atenção ao que estamos a dizer.

No entanto, mais do que perceber os sinais que o outro nos dá, podemos nós cuidar as nossas próprias reacções, por exemplo, se nos mantivermos em silêncio, no meio de uma discussão, quando nos pedem uma opinião que pode comprometer-nos, etc.

O SILÊNCIO, esse amigo infalível que nos ajuda a manter a compostura, a encontrar serenidade dentro de nós, a acalmar a euforia que algo nos provoca… É uma arte que devemos dominar, que devemos praticar incessantemente.

O cultivo do SILÊNCIO consegue-se também mantendo uma respiração regular, treinando os pensamentos para ver sempre outras perspectivas, para encarar as ocorrências com optimismo e esperança. E, também nos ajuda a dizer a palavra certa, no momento certo!

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Dreaming… or not…?

Ultimamente tenho-me debatido com a ideia de ir, ou não, atrás dos sonhos.
Sonhar é bom, porque os nossos sonhos saem do nosso coração, dos nossos talentos não utilizados que querem despontar de uma vez.

Contudo, se sonhar nos faz pensar demasiado num futuro que ainda não chegou, isso pode causar ansiedade e paralisar-nos relativamente ao presente, onde está tudo aquilo que temos como certo.

Fiquei a pensar, então, no que será melhor, considerando que muitas vezes perseguimos sonhos que não conseguimos alcançar, descuidamos o presente e vivemos ansiosos com coisas que queremos e não obtemos. Mas parar, dizem, é morrer!

Estou a reflectir sobre o assunto… não tendo encontrado ainda a resposta certa. Possivelmente não haverá resposta certa, porque cada pessoa tem a sua história e o seu caminho a fazer.

Para já estou focada em apreciar o que o presente me dá, tendo em conta que quando alimentamos os sonhos, muitas vezes podemos estar a fugir ao momento presente por não ser aquilo que mais gostaríamos.Serão os sonhos fruto da nossa necessidade de fuga, ou da nossa capacidade de fazer mais? Se alguém souber, pff diga! 🙂

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