Dreaming… or not…?

Ultimamente tenho-me debatido com a ideia de ir, ou não, atrás dos sonhos.
Sonhar é bom, porque os nossos sonhos saem do nosso coração, dos nossos talentos não utilizados que querem despontar de uma vez.

Contudo, se sonhar nos faz pensar demasiado num futuro que ainda não chegou, isso pode causar ansiedade e paralisar-nos relativamente ao presente, onde está tudo aquilo que temos como certo.

Fiquei a pensar, então, no que será melhor, considerando que muitas vezes perseguimos sonhos que não conseguimos alcançar, descuidamos o presente e vivemos ansiosos com coisas que queremos e não obtemos. Mas parar, dizem, é morrer!

Estou a reflectir sobre o assunto… não tendo encontrado ainda a resposta certa. Possivelmente não haverá resposta certa, porque cada pessoa tem a sua história e o seu caminho a fazer.

Para já estou focada em apreciar o que o presente me dá, tendo em conta que quando alimentamos os sonhos, muitas vezes podemos estar a fugir ao momento presente por não ser aquilo que mais gostaríamos.Serão os sonhos fruto da nossa necessidade de fuga, ou da nossa capacidade de fazer mais? Se alguém souber, pff diga! 🙂

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Com paixão

Já alguma vez se sentiu irritado com alguma coisa que lhe fizeram?
Já sentiu vontade de dar uma bofetada a alguém inoportuno?
Como se comporta no trânsito quando fazem uma ultrapassagem, sem pica, e se metem na fila mesmo à sua frente?

É verdade que muitas vezes na vida sentimos raiva contra outras pessoas, ou contra nós mesmos. Mas podemos sair deste ciclo que só nos puxa ainda mais para baixo e para estados depressivos.

E como o fazer? Infelizmente não existem milagres. Mas existe uma coisa chamada COMPAIXÃO, que implica entender o estado emocional do outro.

Pode parecer injusto fazê-lo em alguns momentos. Se alguém nos faz mal, devemos ripostar com um sorriso, em vez de uma bofetada?

Mas é mesmo assim que nos vamos tornando pessoas magnânimas e superiores. É um caminho que implica dizer ao nosso ego para ter calma e se manter no seu lugar, pois coisas maiores e melhores irão acontecer depois. Mais que não seja a nossa paz de espírito!

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The 50’s waist…

Uma silhueta feminina que se preze tem um cintura definida.
Os anos 50 foram uma época que muito valorizou a forma feminina, que procura alcançar a perfeição quando tem uma cintura definida e uma largura proporcional de anca e ombros.

Claro que já passaram várias décadas, mas este padrão de beleza, apesar de todas as mudanças que têm ocorrido no mundo da moda, mantém-se.

Há truques muito simples que se podem utilizar para definir a cintura, mesmo quando esta não está naturalmente bem definida. Alguns exemplos:
» podemos usar cintos ou lenços;
» blusas com peplum;
» saias ou calças de cintura subida;
» vestidos que marquem bem a cintura natural (estilo anos 50).

Se naturalmente já tiver uma cintura de causar inveja, pode dar-se por contente, pois qualquer peça de roupa lhe ficará bem.

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Project #breakonthrough10

E cá estou eu de novo!
Faz tempo que não dava notícias sobre o projecto #breakonthrough.

Hoje venho dar-vos novas das minhas lutas, dos meus avanços e retrocessos. Sim, tenho vivido alguns retrocessos, fruto de alguma quebra de confiança tanto em situações, como em pessoas.

Há situações que são vervadeiros testes à nossa paciência, às nossas convicções, à nossa capacidade de superação. E há pessoas que também nos testam de várias formas. Umas vezes quando causam problemas ou nos dão apoio. Outras vezes apenas porque não se entende bem o que andam a fazer connosco.

Mas, seja o que for, aprendi a confiar que a vida, aconteçam coisas boas ou menos boas, sempre nos encaminha para uma lição, da qual podemos retirar aprendizagens.

Uma das aprendizagens que fiz foi perceber com que tipo de pessoas vale a pena partilhar alguma coisa que é muito nossa. Imaginem uma viagem que cria de imediato confusão entre mim e outra pessoa, apenas porque não tinha previsto seguir um itinerário que essa pessoa traçou para mim de imediato! 🙂

Tem piada, não? Mas existem pessoas assim, memso noutros contextos, porque a vida dá-nos muitas viagens. Algumas vezes vamos perto das nuvens, outras vezes com os pés assentes na terra!

O importante é nunca perder o norte, ou seja, para onde queremos ir e a que custo!
Faço votos para que planeie excelentes viagens para a sua vida!

 

Assimetrias

Uma tendência desta estação que muito aprecio são as assimetrias. Podemos observar em tops mais compridos de um lado; saias com uma ponta descaída; mangas ou alças apenas num ombro… A variedade é muita.

Eu gosto das assimetrias sobretudo na parte de baixo de saias ou vestidos. O cair que não seja convencional dá volume e movimento, como se a peça em si fosse uma extensão da vida de quem a usa. Que vos parece?

(já disponível! veja a nossa página de FB para mais informações)

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Mother’s day!!!

É nestas comemorações que se vê como o tempo passa a correr. Parece que ainda foi ontem que andavamos eu e os meus irmãos numa correria a procurar um presente que fosse simples mas visualmente apelativo para oferecer à nossa mãe.

Acabámos com um ramo de flores amarelas, que são as que ela mais gosta. Este ano tal foi a correria nem deu para nos juntarmos, mais que não fosse para fazer um brainstorming e decidir o presente.

Confesso que foi com agum constrangimento que toquei à porta. Mas a lição de vida veio logo de seguida. Porque para um mãe, dizia ela, mais do que receber presentes é ter a presença dos filhos bem de perto.

E é mesmo assim. Mãe é aquela que nos deu tudo e prescindiu de muita coisa, inclusivé de muitos sonhos, para que nós pudessemos sonhar os nossos. Mais do que coisas materiais, a presença, a companhia, o amor, são o importante.

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Thinking about thoughts

Uma coisa que me tem andado a incomodar é o facto de não conseguir controlar os pensamentos negativos. Já cheguei a pensar que deveriam existir Coaches de Pensamentos para nos dar dicas de como controlá-los de forma eficaz.

Depois intui que, a questão é que dizemos o que pensamos; pensamos o que sentimos; e sentimos aquilo que depende do que somos – a nossa história, a experiências, a educação, os preconceitos e bloqueios, bem como os sucessos.

Assim sendo, percebi que, se tivermos o domínio das nossas emoções, conseguimos controlar o que pensamos! Já se tinha apercebido?

Quando um estímulo faz despontar uma emoção negativa (porque as positivas não dão problemas!), ficamos a pensar no assunto demasiado tempo e damos voltas, e mais voltas ao tema, sem arranjar solução, porque ficamos tão mergulhados naquilo que estamos a pensar e a sentir, que não “vemos” mais nada.

É aqui que se se torna crítico controlar as emoções. Se racionalizarmos o que estamos a sentir, mais rapidamente conseguimos encontrar soluções e/ou caminhos alternativos para as coisas.

Alguns truques que vos deixo:
» ser agradecido por tudo o que acontece. Também pelas coisas negativas, que nos ajudam a aprender lições novas;
» procurar ver tudo pela positiva, encontrando outros porquês para o que acontece, ou para as opiniões das pessoas;
» manter a paz interior, que é fundamental para nos equilibrar a razão com a emoção e agir de acordo com aquilo em que acreditamos e deixar uma boa vibe por todo o lado onde passamos!

Experimente! Vai ver que vai ajudar, e muito.  🙂