Ready for the hot days

E chegado o calor, as lojas enchem-se de consumidoras frenéticas à procura das últimas tendências. Para as lojas é bom, porque estimula os bons resultados do negócio.

E para nós é ainda melhor, porque experimentamos coisas novas e alegres, porque esta estação promete ser animada e colorida.

Eu gosto muito do tempo frio, porque adoro andar com camadas de roupa, mas confesso que este ano já me apetecia ter sol e andar mais leve. Talvez porque passo tempo a mais dentro de espaços fechados, não sei bem…

Verifico que o preto não está nada em voga agora que o tempo ficou mais aquecido, mas já conversaremos sobre isso no início da próxima estação! Para já vamos gozar das cores alegres, dos motivos florais e de apontamentos étnicos, a evocar tempos idos mas que marcaram a nossa história.

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Time after time

Já todos ouvimos alguma vez quem se queixasse que gostaria de voltar atrás no tempo e reviver certos momentos. Outros há que pensam incessantemente no futuro que ainda não aconteceu. Ambas as situações são formas de fugir ao presente que é, sem dúvida, onde vivemos.

O tempo é a medida do movimento.
Tem apenas um sentido, que é sempre para a frente. Não andamos para trás. Estamos no mundo e nascemos, crescemos, envelhecemos, à medida que avançamos no tempo, que nos desgastamos, sempre um momento a seguir ao outro, nunca o contrário.

Portanto, existimos no Presente, que passa demasiado rápido, poderíamos dizer. Acaba por ser mais interessante, numa primeira abordagem, relembrar as memórias do passado, ou tentar imaginar como será o futuro. Mas, atenção, porque vivemos no presente!

O passado deve servir para aprender com as nossas más escolhas. Todas as nossas acções dependem de escolhas que fazemos. Estas estão condicionadas aos nossos valores e crenças, aliadas aos objectivos. E ao fazer uma escolha, deixamos todas as outras para trás, no passado. O futuro nasce com as consequências do que escolhemos no presente, no agora. E, ao viver essas consequências, estamos a torná-las presentes e logo de seguida, elas permanecem no passado.

O presente é onde tudo acontece, por mais rápido que seja. É no presente que tem de estar o nosso foco, tendo como pano de fundo um futuro onde alcancemos os nossos objectivos, realização, etc.

Agarrarmo-nos demasiado ao passado torna-nos pessoas nostálgicas e, ao limite, um pouco depressivas. Não é próprio do ser humano alimentar a sua vida de memórias. Da mesma forma que se nos centramos no que ainda não aconteceu, acabamos pessoas super ansiosas sempre à espera de alguma coisa que nunca mais se alcança.

É bom pensar nisto: vivemos no presente. É aqui que tudo acontece. Da forma como vivemos o nosso agora, estaremos a preparar a qualidade do que iremos viver amanhã. Vivamos, pois, daquilo que está ao nosso alcance construir!

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Shake hands

Um destes dias tive de cumprimentar duas senhoras numa determinada ocasião e ambas estenderam a mão. Uma delas deu-me um apertão que fiquei com dores no local do anel, a outra, pelo contrário, quase nem me tocou e desviou a mão rapidamente.

Achei curioso porque em ambos os casos foram elas que tomaram a iniciativa de estender a mão antes de mim. Assim sendo, porque queria uma delas praticamente esquivar-se a este cumprimento?

A origem do aperto de mão não é muito fiável, mas pensa-se que remonta às origens dos primeiros homens que habitaram a Terra. Apertar a mão, pensa-se, seria uma forma dos guerreiros mostrarem aos adversários que não traziam armas, daí ser um gesto só muito recentemente associado também às mulheres. Elas em tempos idos não empunhavam armas. Essa era tarefa dos homens.

Os apertos de mão devem ser medidos de forma a estender a mão firme, mas sem apertar o anfitrião até doer e não se deve abanar a mão mais que três vezes.

Atenção que a palma da mão virada para baixo é entendida como controlo. Daí que o anfitrião deve estender a mão com a palma para cima, que para alguns significa submissão, mas neste caso, na minha opinião, significa receber os convidados dando-lhes a devida importância e acolhimento.

Quem praticamente não toca, pode ter alguma insegurança, ou dificuldade em exteriorizar emoções. Pelo contrário, quem aperta demais, ou muito efusivamente, pode buscar afectos ou atenção que de outra forma não recebe.

Bom, mas apesar de muito se especular, a verdade é que apertos demais ou toques demasiado fugidos não estimulam a confiança da outra parte. Em importante ter atenção a estes aspectos sobretudo num contexto “business”.

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Pode ser uma motivação como outra qualquer, mas entre o grupo de pessoas que não está muito satisfeita com o trabalho que tem, as motivações para se manterem activas habitualmente são duas:
» contas para pagar ao fim do mês;
» esperar pela 6ª feira.

Ora hoje é esse dia, de celebrar mais uma semana que termina, mas dois dias de descanso para aproveitar o melhor possível. De certeza que, apesar de tudo, foi uma boa semana, cheia de sucessos e concretizações, apesar das dificuldades que possam ter existido.

A mim tem-me ajudado funcionar com o esquema de “Contagem decrescente”. Costumo fazer uma todos os anos, para a ida de férias no verão. Este ano, por acaso, comecei mais cedo, e posso dizer que alcancei uma meta importante: já trabalhei mais de metade do ano, o que é muito bom. Anima porque se percebe que o tempo remanescente nunca será já tão mau como ao regressar ao trabalho, porque uma parte significativa já passou.

De qualquer forma, cria a ilusão que o tempo passa mais rápido, sobretudo assim que se ultrapassa a barreira da primeira metade. Já experimentou?

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Feeling fabulous

Chega o fim do dia e depois a manhã seguinte e para muitas mulheres é sempre a mesma coisa. Que vestir? Como conjugar diferentes peças? Não sei se me apetece vestir o que escolhi ontem…

Preparar a toilette do dia seguinte de véspera pode ajudar a poupar tempo, ou talvez não, dependendo do seu estado de espírito matinal. Não lhe aconteceu alguma vez não ter vontade nenhuma de vestir o que organizou na noite anterior?

A verdade é que o nosso ânimo tem uma grande influência na nossa roupa. O que vestimos pode, mais ou menos, representar como nos sentimos. Digo mais ou menos porque de uma forma geral conseguimos manter o ânimo de um dia para o outro. Mas é importante que nos vamos conhecendo e vamos criando esta sensibilidade de perceber se deixar o coordenado de véspera pode poupar tempo ou não.

Se andamos mais sensíveis e instáveis durante o dia, talvez seja preferível nem abrir o armário à noite, porque aumentará a nossa “dor de cabeça”. No entanto, se possuirmos algumas peças básicas que nunca deixamos de gostar, independentemente de como nos sentimos, então essas peças podem ser uma boa escolha em momentos mais críticos.

O importante é que, seja o que for que levamos connosco, nos faça sentir fabulosas ao longo de todo o dia, combinado?

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Happy day, good news

Tenho de partilhar convosco uma boa notícia!

Às vezes andamos anos a tentar chegar a algum lugar, mas parece que nunca mais avançamos. Conhecem a sensação?

Pois a mim aconteceu-me um destes dias ultrapassar um bloqueio de há muitos anos mesmo, que estava tão inculcado ao nível do inconsciente, que ao falar das minhas metas e objectivos sempre encontrava as mais variadas desculpas, sem conseguir verbalizar o verdadeiro bloqueio.

Foi durante uma caminhada que fiz no fim-de-semana (portanto, ainda é coisa fresquinha!!!), que consegui, por fim, verbalizar o meu problema real, aquilo que devo ultrapassar para chegar ao meu objectivo de agora.

E pronto, sinto-me feliz, mais leve e animada. É como se de repente, o túnel escuro onde estava e tivesse iluminado e consigo ver muito longe. Consigo visualizar vários passos a dar com confiança, depois de começar a fazer alguma coisa para a superação do verdadeiro obstáculo. Bom, mais vale tarde que nunca, certo?  🙂 É realmente um dia feliz!

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