Welcoming February

Sempre tenho a sensação de que os efeitos do Natal só terminam, de facto, quando chegamos a Fevereiro, depois de arrumado o presépio e a árvore de Natal, depois das janeiras e quando o frio regressa. Não vos acontece? É como se regressássemos à nossa rotina do costume.

Bom, mas podemos fazer desta rotina uma novidade. A mim soa depressivo falar em “rotina do costume”. A verdade é que as rotinas são necessárias para criar alguma estabilidade, mas também porque podemos quebrá-las (!!). Esta é a altura certa para colocar em andamento as metas estabelecidas com a entrada do novo ano.

Humm, será que já se esqueceu de que metas se trata? 😉  Façamos um balanço. Afinal, ainda só passou 1 mês. Estamos super a tempo de recomeçar. E a vida é mesmo assim, a cada instante podemos recomeçar qualquer coisa. É uma das capacidades que aprecio no ser humano, a capacidade de recomeçar, mesmo depois de uma queda!

fevereiro

 

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Feeling lighter

Já repararam que por vezes carregamos demasiados pesos?
Não me refiro a quilos a mais na balança, mas antes a apegos vários que nos perturbam a paz e a serenidade.

O curioso é que entre todos esses pesos, carregamos os nossos e, muitas vezes, os dos outros. Ora vejamos…

» Uma pessoa faz-nos uma crítica diante de toda a gente. Ficamos irritados e guardamos esse momento;
» Alguém fala mal de nós pelas costas e isso perturba-nos;
» Um colega faz um comentário sarcástico, não dizemos nada – ou até podemos dizer – mas ficamos a remoer por dentro…

Estes exemplos já são suficientes para dar uma ideia do que quero transmitir. Não vos terá já acontecido?

A verdade é que os comentários negativos, sarcasmos, críticas pela frente, ou pelas costas, são daqueles pesos que ficamos a carregar durante muito tempo, talvez até por demasiado tempo. E isso faz-nos mal.

E faz-nos mal sobretudo porque as opiniões dos outros são deles e não são nossas. Se nos sentirmos mal com a maldade dos outros, ficamos corrompidos por sentimentos negativos que não nos pertencem e que são fruto da insegurança, fraca auto-estima e falta de carácter dos outros.

Já imaginaram andarmos a carregar tudo isto que não nos pertence? A melhor forma de nos livrarmos deste peso a mais é não personalizar os comentários. Ter consciência de que comentários sobre nós são opiniões e não aquilo que nós somos de facto. Mesmo que algum esteja correcto, devemos trabalhar para corrigir em nós o que está mal e não ficar presos ao que dizem que está mal. Como sempre digo, a opinião dos outros é lá com eles. E para conseguir que o cérebro pense assim, temos de o programar para a “não personalização” das opiniões alheias! Fica a dica para hoje, com a certeza de que é possível! 🙂

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Feelings… nothing more than feelings…

E porque é tão difícil tomar decisões? Porque a cabeça e o coração não falam sempre a mesma linguagem.

Há situações em que racionalizamos os sentimentos, ou procuramos sentir o que estamos a pensar. Parece confuso? Nem por isso.

Pensamos com a mente os assuntos que tocam o nosso coração, com receio de ficarmos toldados pelas nossas emoções. Ou, pelo contrário, tentamos pensar com o coração as decisões mais racionais, para evitar a frieza objectiva do pensamento.

E enquanto assim acontece, perdemos tempo e vamos adiando o inevitável, que é o fazer algo… Nestes casos, aconselho a fazer uma paragem.

Pode fazê-lo em qualquer lugar, mas numa caminhada ao ar livre, ou à beira mar, por exemplo, pode ser uma boa aposta. Procure então descontrair, libertar-se dos vários apegos que possa ter relativamente ao assunto em questão e traga-o à mente. Pense nele e de seguida analise como se sente.

Como se sente se tomar uma decisão concreta; como se sente decidir optar por outro caminho; como se sente perante a ideia de se afastar de alguém tóxico, mas de quem depende emocionalmente; como se sente se mudar de emprego, ou de casa; como se sente se decidir amar-se em primeiro lugar…E por aí em diante.

Como se sente? E observe apenas essa sensação, os seus sentimentos. Poderá sentir de tudo: tristeza, liberdade, alegria, medo, etc… Seja o que for, escute o que estiver a sentir e siga esse sentimento, porque será por certo a resposta para o seu problema.

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Project #breakonthrough7

E aqui estou para vos dar mais novidades do meu percurso. Tem estado um pouco atribulado e mais lento que o previsto.

Mas… no meio de todos os imprevistos negativos, surgiu um bem positivo.
Há situações em que se torna difícil colocar um ponto final, por motivos vários. Mas de vez em quando a vida dá-nos forma de solucionar o que parecia insolucionável. E quando assim é, há que ter CORAGEM e aproveitar a oportunidade. Porque há oportunidades que só surgem uma vez!

E assim foi. Sim, podem congratular-me!!! Foi um passo muuuuito importante para o meu percurso, mesmo que indirectamente!

Enfrentar os medos é a lição que vos deixo para este post. Enfrentar os medos pode ser mais ou menos difícil, dependendo de nós e da situação em si mesma. Depois de passarmos por momentos em que quase não conseguimos enfrentar certas situações, há sempre uma altura em que a vida nos brinda com uma coragem fora de série que nos impele a agir. Normalmente acontece quando nos decidimos a agir com o coração.

A mente e o coração muitas vezes contradizem-se. E nesses momentos devemos parar e pensar em como nos sentimos se tomarmos determinada decisão? E saborear um pouco essa sensação. Ganharemos uma coragem redobrada para fazer o que está certo. Posso assegurar-vos! 🙂

 

 

Start over

O melhor de mudar o ano, para além dos festejos, é mesmo poder fazer um balanço de como estamos na vida.

Uma pessoa sábia um dia perguntou-me: o sítio onde estás hoje é o teu lugar no mundo?

Nesse momento fiquei sem saber bem o que responder. Em princípio, sim, o lugar era o devido, mas… se assim fosse, então porquê tanta inquietação? Porque motivo sempre me parecia que tinha tanta coisa na vida que ainda poderia fazer? Nesse momento, senti um vazio enorme no estômago e só consegui concluir, em pensamento (!!), que estava no loval errado, mas à hora certa, porque foi para esse local que me encaminhei.

É assim mesmo, minhas amigas. O local onde estamos agora foi aquele para onde caminhámos, quer se goste, quer não.

E, quando sentimos que há um mundo lá fora – fora de nós, para conquistar, podem estar certas de que chegou o momento de mudar de local, de caminhar noutra direção.

Por isso, nada de desesperar! O futuro está nas nossas mãos e temos mais 363 dias para o construir!

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Mission: totally possible!

Sempre que leio sobre como descobrir a missão, ou o propósito, fico com a ligeira sensação de que vimos a este mundo predestinados para qualquer coisa. Torna-se angustiante andar a procurar e a procurar e ser tão difícil de ver com os olhos da inteligência para que viemos cá.

Até um dia estar a ler mais um artigo sobre este tema e ter uma epifania! Será que estamos predestinados a cumprir uma determinada missão? E se assim for, teremos de cá vpçtar vezes sem conta até a realizarmos?

Quando melhoramos no autoconhecimento, descobrimos em nós o meçhor e o pior, características que já conhecíamos e outras que acabamos por descobrir.

E a beleza do ser humano está precisamente nestas características que cada um tem em si memso, estes TALENTOS, que permitem construir vidas incríveis, cheias de sentido e concretizações… ou não…

E poeque não? Simples! Enquanto perdemos tempo a tentar descobrir para onde ir, não saímos do mesmo sítio. A missão é algo que se realiza fora de nós, não é mais do que colocar em prática e em bom uso, os nossos talentos. Por isso, em desenvolvimento pessoal sempre começamos por aqui, pelo autoconhecimento, que servirá de alicerce para estabelecer objetivos para a nossa vida. Mas para lá cegar temos de percorrer o cmainho. E este será o que nós quisermos que seja, totalmente possível!

MI4

 

Project #breakonthrough6

E cá estou eu de volta para contar algumas novidades, do projeto #breakonthrough, em modo pós-Natal! O meu correu bem e espero que o vosso também!

Tenho o projeto a andar, mas devido a um contratempo significativo, está a andar apenas a meio gás. Foi daquelas coisas que não dava mesmo para adiar.

No entanto, a parte boa é que, ao contrário do que seria espectável há algum tempo atrás, em que por certo iria ponderar (mais uma vez) desistir de tudo, desta vez, perante este obstáculo, achei por bem reavaliar o ponto em que as coisas estão e analisar formas de resolver o problema minimizando os danos, mas sem pensar em desistir!

Estão a ver? Vale bem a pena enfrentar os medos e romper bloqueios, porque muitas destas coisas se passam dentro da nossa cabeça.

Sem vos aborrecer com muitos pormenores, vou apenas deixar a nota que este problema que sofri envolveu dinheiro, com quem não tenho mantido a melhor relação, quer seja por receio de nunca o ter na devida abundância (uma crença de sempre!), quer seja por receio de gastar o pouco que vou poupando, há sempre o medo de que não chegue, ou que vá sempre faltar. Vocês entendem, certo?

E, de facto, quando simplesmente esquecemos a quantidade de dinheiro disponível e damos espaço à Vida para nos abrir caminhos na direção das soluções, acabamos mesmo por as encontrar. E, atrás delas, vem a dose certa de serenidade e paz interior, que nos mantém no rumo certo! 🙂

Boas Festas para todos!