Project #breakonthrough11

Bom dia! Hoje começa mais uma semana e, não sei porquê, deu-me para fazer uma retrospectiva dos últimos tempos.
Se seguem o meu blog, já devem ter reparado quer com frequência vos falava do Projecto #breakonthrough. E lá passaram quase 10 meses e houve um grande avanço e muita coisa aconteceu.

A piada é que aconteceu muita coisa que não era bem aquilo que eu tinha previsto de início; e o que aconteceu encaminhou-me para uma direcção bem diferente do inicialmente previsto.

Não posso dizer que tenha ficado muito contente, porque o que pretendia era outra coisa. Mas o facto de ter encontrado PAZ já é um enorme passo em frente.

Por outro lado percebi que por vezes procuramos novas aventuras profissionais porque achamos que o trabalho nos define a nós e à nossa vida. No entanto, aquilo que fazemos no tempo que nos sobra é muito mais importante, porque são coisas que vão ao encontro dos nossos gostos e necessidades.

Assim sendo, fiquei em paz e tranquila, porque percebi que faço muitas coisas que gosto, tenho vários hobbies que me ajudam a colocar em prática alguns dos meus talentos que na rotina profissional não tenho espaço para usar. E essas sim, são as coisas que me definem, as coisas que gostei toda a vida e as coisas que sempre procuro concretizar de alguma forma desde que me lembro de mim mesma.

E partilho convosco esta história porque, se puder inspirar alguém, já ficarei muito feliz!

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Memories…

A nossa memória é um depósito de tudo aquilo que nos acontece, acrescido das nossas percepções e emoções em cada momento.

Assim, já deve ter reparado que as suas memórias sobre certas pessoas são muito boas, outras nem tanto. Alguns acontecimentos regista-os com muita saudade, outros nem por isso. Ou seja, nunca guardamos apenas na memória o acontecimento, mas também a nossa percepção do mesmo.

Para que não acumule lixo misturado com as suas memórias, é importante que filtre os acontecimentos e a relação com as pessoas, por forma a ver sempre o lado positivo dos mesmos, especialmente quando coisas menos boas acontecem. Retirar aprendizagens de tudo é um bom truque, porque será o resultado dessa aprendizagem que lhe ficará gravado e não a ocorrência em si.

Agora que o verão se aproxima, bem como o tempo de férias, verifique se não está na altura de limpar da sua mente as ervas daninhas que vieram agarradas às suas experiências e vivências deste ano que passou.

old letters, photographs and post cards

Smile yourself!

Se leu o meu artigo de ontem (ou se quiser ler aqui) aproveite para obter mais uma dica de comunicação eficaz.

Certamente já lhe aconteceu ir muito descontraidamente na rua e de repente aparece-lhe na frente aquela colega chata e picuinhas que faz queixas de tudo, para dar graxa ao chefe. O que faz?
1) atravessa a estrada para o outro lado para não lhe falar?
2) abre um enorme sorriso, cumprimenta e segue em frente?

Bom, por certo alguma vez na vida já optámos pela opção 1), mas a cortesia sugere-nos rasgar um enorme sorriso, mesmo que por dentro o fígado não o faça (!!) e cumprimentar a pessoa.

SORRIR é um remédio muito eficaz para o interlocutor, mas para nos defendermos a nós mesmos de reacções que podem ser mais adversas. Para além de que, ajuda a suavizar as raivas e ressentimentos que possamos nutrir por alguém, afasta más memórias em situações mais constrangedoras e faz subir as nossas boas vibrações.

Como vê, é só vantagens. Aproveite e sorria! Dê um sorriso a quem mais precisa, mesmo que seja a si mesma ao espelho!

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O poder do silêncio

Hoje venho dar-vos uma dica de comunicação eficaz.
Há várias formas de comunicar. Podem ser verbais e não verbais, sendo a comunicação não verbal tão ou mais eficaz. Interpretar os gestos, os movimentos, os olhares dos nossos interlocutores, podem ajudar-nos a perceber a sua receptividade ao que estamos a dizer.
Por exemplo, se estamos a falar com uma pessoa que a toda a hora desvia o olhar para outras ocorrências, claramente já não está a prestar atenção ao que estamos a dizer.

No entanto, mais do que perceber os sinais que o outro nos dá, podemos nós cuidar as nossas próprias reacções, por exemplo, se nos mantivermos em silêncio, no meio de uma discussão, quando nos pedem uma opinião que pode comprometer-nos, etc.

O SILÊNCIO, esse amigo infalível que nos ajuda a manter a compostura, a encontrar serenidade dentro de nós, a acalmar a euforia que algo nos provoca… É uma arte que devemos dominar, que devemos praticar incessantemente.

O cultivo do SILÊNCIO consegue-se também mantendo uma respiração regular, treinando os pensamentos para ver sempre outras perspectivas, para encarar as ocorrências com optimismo e esperança. E, também nos ajuda a dizer a palavra certa, no momento certo!

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Dreaming… or not…?

Ultimamente tenho-me debatido com a ideia de ir, ou não, atrás dos sonhos.
Sonhar é bom, porque os nossos sonhos saem do nosso coração, dos nossos talentos não utilizados que querem despontar de uma vez.

Contudo, se sonhar nos faz pensar demasiado num futuro que ainda não chegou, isso pode causar ansiedade e paralisar-nos relativamente ao presente, onde está tudo aquilo que temos como certo.

Fiquei a pensar, então, no que será melhor, considerando que muitas vezes perseguimos sonhos que não conseguimos alcançar, descuidamos o presente e vivemos ansiosos com coisas que queremos e não obtemos. Mas parar, dizem, é morrer!

Estou a reflectir sobre o assunto… não tendo encontrado ainda a resposta certa. Possivelmente não haverá resposta certa, porque cada pessoa tem a sua história e o seu caminho a fazer.

Para já estou focada em apreciar o que o presente me dá, tendo em conta que quando alimentamos os sonhos, muitas vezes podemos estar a fugir ao momento presente por não ser aquilo que mais gostaríamos.Serão os sonhos fruto da nossa necessidade de fuga, ou da nossa capacidade de fazer mais? Se alguém souber, pff diga! 🙂

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Com paixão

Já alguma vez se sentiu irritado com alguma coisa que lhe fizeram?
Já sentiu vontade de dar uma bofetada a alguém inoportuno?
Como se comporta no trânsito quando fazem uma ultrapassagem, sem pica, e se metem na fila mesmo à sua frente?

É verdade que muitas vezes na vida sentimos raiva contra outras pessoas, ou contra nós mesmos. Mas podemos sair deste ciclo que só nos puxa ainda mais para baixo e para estados depressivos.

E como o fazer? Infelizmente não existem milagres. Mas existe uma coisa chamada COMPAIXÃO, que implica entender o estado emocional do outro.

Pode parecer injusto fazê-lo em alguns momentos. Se alguém nos faz mal, devemos ripostar com um sorriso, em vez de uma bofetada?

Mas é mesmo assim que nos vamos tornando pessoas magnânimas e superiores. É um caminho que implica dizer ao nosso ego para ter calma e se manter no seu lugar, pois coisas maiores e melhores irão acontecer depois. Mais que não seja a nossa paz de espírito!

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The 50’s waist…

Uma silhueta feminina que se preze tem um cintura definida.
Os anos 50 foram uma época que muito valorizou a forma feminina, que procura alcançar a perfeição quando tem uma cintura definida e uma largura proporcional de anca e ombros.

Claro que já passaram várias décadas, mas este padrão de beleza, apesar de todas as mudanças que têm ocorrido no mundo da moda, mantém-se.

Há truques muito simples que se podem utilizar para definir a cintura, mesmo quando esta não está naturalmente bem definida. Alguns exemplos:
» podemos usar cintos ou lenços;
» blusas com peplum;
» saias ou calças de cintura subida;
» vestidos que marquem bem a cintura natural (estilo anos 50).

Se naturalmente já tiver uma cintura de causar inveja, pode dar-se por contente, pois qualquer peça de roupa lhe ficará bem.

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