Meditation time?!

A minha experiência com a meditação tem sido tão curiosa, que a partilho convosco, na expectativa de poder ajudar alguém que esteja a passar pelo mesmo.

Começou por me parecer um episódio de Gato Fedorento, uma daquelas alturas em que para se estar relaxado e quieto, parece que todos os sons, todos os insectos, todas as comichões surgem em turbilhão, tudo porque o cérebro está quieto e no silêncio. Já passaram por isto?

O silêncio, esse amigo que devemos ter sempre presente na nossa vida para nos reencontrarmos, é que nos falta muitas vezes. Eu comecei por tentar focar-me apenas na respiração, mas agora tenho o truque de pôr uma música de fundo que me ajude a relaxar e a estar sossegada, mas não no silêncio total. Tenho esperança de que, com a prática, vá conseguindo chegar lá. De qualquer forma o foco na respiração é sempre uma das primeiras coisas a fazer, depois de encontrar o local e a posição adequadas.

E quando surgem os problemas e os pensamentos negativos? No início comecei por tentar afastá-los, seguindo a orientação de esvaziar a mente. Mas rapidamente notei que fazê-lo seria ainda pior. Assim, adoptei a prática de ir relaxando enquanto é possível e, quando estes pensamentos surgem, vou dialogando com eles até conseguir desconstruí-los e encará-los de outra forma. E penso que é este o caminho que a maior parte das pessoas que pratica meditação costuma seguir.

Claro, se meditamos ou rezamos, acho que já é algo que cada um pode fazer por si mesmo, de acordo com as suas necessidades e conveniências. Mas meditar ajuda a relaxar, a descomplicar e a estar em maior equilíbrio com o EU de cada um.

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Unique is fabulous

Tenho um fraquinho por peças únicas. Desde muito cedo que me lembro de correr feiras e lojas de antiguidades à procura de coisas diferentes, belas e raras.

Actualmente, imaginem o que é cruzar o espírito empreendedor de tantos artesãos espalhados por esse mundo fora, com a facilidade de chegar a todo o lado, sem sair do lugar, proporcionada pela internet. A junção é explosiva e permite descobrir culturas e estilos tão diferentes entre si e do nosso gosto pessoal. Eu acho enriquecedor também porque me permite conhecer as histórias de outras pessoas, noutros lugares, tão diferentes da minha e tão inspiradoras.

E foi assim que conheci a ArtisanaBoutique, uma loja holandesa, que vende acima de tudo peças feitas de materiais reciclados, quer seja roupa ou bijouteria.

Nascida numa família de artistas e criadores, Marianne, a fundadora da marca, não podia ter escapado a esta realidade, uma vez que a criatividade lhe está no sangue.

Eu não resisti a comprar este colete estilo bolero, não só porque adorei a peça, mas também porque mais ninguém terá outra igual!

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Recriando o glamour oitocentista

Ainda me lembro de ter visto o filme “A Duquesa” e ter ficado deslumbrada com o guarda-roupa.

O século XVIII foi uma época em que as mulheres tinham um papel de atriz secundária, digamos assim, porque não davam a cara pelas grandes causas e não apareciam publicamente na tomada de decisão.

No entanto, estavam longe de ser o chamado ‘sexo fraco’. É preciso analisar a mulher do século XVIII à luz dos costumes da época e não dos actuais, claro. Mas convenhamos, que apesar de tudo o que poderia haver de menos bom, como houve em outros séculos anteriores e posteriores, as mulheres oitocentistas exerciam uma enorme influência de bastidores, aquele ‘mexer de cordelinhos’ que poderia levar um homem ao parlamento ou uma família inteira à ruína – lembram-se do caso dos Távora no reinado de D. José?

Neste filme, Keira Knightley experimenta quase uma centena de coordenados diferentes. É mesmo de fazer inveja! O glamour oitocentista está assim muito bem representado. Os ambientes coloridos, os dourados, os acessórios rebuscados e cheios de pormenores. As roupas que eram muitas vezes concluídas já no corpo das mulheres. Imaginem o tempo que elas perderiam para se arranjar pela manhã. Claro que eram outros tempos, outro ritmo de vida e outras prioridades. Mas não vos dá vontade de experimentar e tocar aquelas roupas? Os tecidos aveludados, a suavidade das sedas e dos cetins… E as jóias? Auntênticas obras de arte em ouro e prata, adornadas de pedras preciosas autênticas.

Estes eram tempos anteriores às fibras sintéticas e à bijouterie. E nós, alguns séculos mais tarde, podemos recriar alguns pormenores destes tempos faustosos com pouco dinheiro.

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XXL ou XXS?

Uma tendência desta Primavera que me deixou altamente contente e que já se arrasta desde o Inverno, são as calças largas, que podem ser lisas e de cores vivas, com padrões vários, às bolinhas ou riscas.

Eu adoro estas calças porque ficam bem às mais magrinhas e às mais redondinhas. Ou seja, são calças que ficam bem em quase toda a gente, o que é bom!

Aqui deixo-vos inspiração da Vintage Bazaar, uma marca que muito aprecio. Mas podem encontrar também, certamente, nas vossas marcas favoritas…!

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Grow your brain

Depois de uma ausência maior que o previsto regresso com uma recente conversa ainda muito presente na minha memória. Falava-se que hoje em dia os trabalhos que temos estão muito automatizados e, muitas vezes, vamos “estupidificando” precocemente.

Andei a investigar sobre o assunto e encontrei dicas super simples, que partilho convosco e que podem constituir o ‘Nível 1’ para quem está a começar a mudar os seus hábitos para exercitar o cérebro:

» leia: livros, artigos de jornal completos, artigos específicos de algum tema que seja do seu agrado;

» desenvolva esse tema de que gosta, ou encontre algum e investigue todos os dias uns minutos. Verá que ao fim de 1 semana já terá de se conter para não passar demasiado tempo a estudar o assunto que escolheu;

» altere o seu percurso diário de deslocação para e do trabalho, mesmo que seja virar num curva antes do previsto, ou sair numa paragem depois, para poder deslocar-se em locais menos conhecidos;

» faça todos os dias pelo menos 1 coisa imprevista: escrever uma frase com a mão contrária; subir degraus 2 a 2; experimentar um prato novo… a imaginação é o limite.

Como sempre, aconselho a que registe estas experiência e a forma como se sente depois de as concretizar, para recordar mais tarde, em algum momento em que sinta que vai fraquejar. E não desanime. É possível que nos primeiros dias faça muitas coisas destas, ou outras que encontre com muito entusiasmo e que a vontade se vá esbatendo com o passar do tempo. O importante é não abandonar o seu cérebro por completo à procrastinação.

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Stripes and bows

Esta é uma estação que consegue agregar duma assentada, diversas tendências: riscas, folhos, offshoulder, cores vivas, cores frias, neutros, toque feminino e noutros casos mais androgeno… Uff! Passa-se muita coisa ao mesmo tempo.

No entanto, o lado bom é que cada um pode encontrar o que mais gosta para construir o seu estilo pessoal. E eu, que me dou tão bem com o preto, nesta estação quente também o encontro, sem estar demodeé! Não é fantástico? 🙂

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