Insideout

E depois de mais uma longa pausa, regresso para mais uma partilha convosco. De facto esta é uma época de regressos. Ao trabalho, às aulas, às rotinas do costume.

Mas mesmo assim, não temos de regressar com o mesmo espírito às mesmas coisas. Depois do descanso, com o corpo e a alma mais leves, não será que agora encaramos o mundo à nossa volta de uma forma diferente? Talvez mais a cores e não tanto a preto e branco, como antes.

De qualquer forma, esta mudança ocorre quando queremos e nos preparamos internamente para que assim seja. Passei recentemente para um episódio assim. Alterei a minha atitude interior em relação a uma pessoa que sempre me causa problemas. O facto é que o reencontro pós férias correu surpreendentemente bem!

Assim constato que a vida, quando nos dispomos a isso e lhe damos espaço, conspira a nosso favor. E sabe tão bem!

Jumping

 

 

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Dancing in the moonlight

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Nestes dias em que o Verão começa a declinar, apetece aproveitar bem os finais de tarde que se prolongam até ao jantar, como forma de matar saudades antecipadamente pelo Outono que irá chegar.

Uma coisa que gosto é de olhar o céu, quer seja com a luz do dia, ou com a luz da Lua. Ambas são adequadas para observar a imensidade do mundo que temos à nossa volta e para descontrair o olhar.  Não deixemos passar muito tempo sem observar estas maravilhas, que fazem bem ao corpo e à alma…

Observar o céu ajuda-nos ainda a estar mais ligados ao espiritual, ao transcendente. Esta ligação é útil para manter a harmonia e o bem estar interior e, por consequência, também o exterior.

 

 

Pensar, mas só depois do descanso

E depois de uma longa ausência regresso com mais um post, quase a entrar de férias. Imagino que esta altura do ano corra melhor a quase todos nós apenas porque vamos fazer a merecida paragem anual para recarregar baterias.

Nesta fase, em que o ritmo abranda, dá para pensar mais profundamente na vida nas nossas futuras conquistas. É o momento certo para fazer um balanço dos nossos objetivos do ano e reavaliar o que já conseguimos, o que ainda não foi possível alcançar e procurar soluções ou alternativas para o previamente estabelecido. Sim, não há problema em alterar os nossos objetivos do início do não, porque a vida vai mudando a cada instante, tal como nós e assim, mudam também as nossas prioridades, desejos, etc.

Para já, aconselho a começar por fazer uma pausa e libertar a mente de tudo o que pesa ou causa ansiedade. E, depois do repouso inicial, estaremos a postos para uma melhor reflexão.

 

 

Medo? Qual medo?

Há algum tempo ( para não dizer muito tempo…) que andava para tomar uma decisão que irá mudar o rumo da minha vida. É uma decisão que traz consigo mudança de hábitos e no relacionamento com algumas pessoas à minha volta.

Por isso estava indecisa quanto ao que fazer e ao como fazer. Sim, porque o modo como se fazem as coisas pode ser um factor facilitador ou criar ainda mais dificuldades.

No entanto, o medo das consequências era o que verdadeiramente me estava a impedir de tomar esta decisão cujo amadurecimento durou quase 3 anos. Imaginam o que é estar 3 anos a ponderar uma mudança na vida? 🙂 Mas de facto o medo pode paralisar; cria dificuldades onde elas não estão; vemos cenários obscuros, em locais onde o sol brilha todos os dias, etc.

O que aprendi foi que para tomar decisões que implicam vencer o medo, o ideal mesmo é estar certo do que se quer fazer e agir o quanto antes, pois se começamos a ponderar todos os pós e contras vamos atrasar a mudança e arrastar-nos para a ansiedade e um medo ainda maior. Precisamos estar certos de que se a decisão é certa, a vida nos dará as condições para que tudo corra bem!

 

 

(Re)Start

E apesar de já estarmos em pleno Outono, nunca é tarde para pensar nos recomeços depois do descanso.

Como corre a sua caminhada em direcção aos seus sonhos?

Depois de algumas semanas de regresso à rotina habitual, já podemos fazer um balanço de como correm as coisas na nossa vida. Se bem que as paragens deveriam ser diárias, não como fonte de stress, mas para nos darmos ânimo a nós mesmos.

Já houve alturas em que pensei que os sonhos deveriam ser para crianças ou pessoas ignorantes, porque o facto de não conseguirmos lá chegar com a rapidez desejada pode causar stress e ansiedade, ou até mesmo frustração e não é isso que procuramos. Mas, depois de uma intensa reflexão, concluí que, apesar de tudo, vale mais caminhar uma vida inteira para algum lugar, do que ficar parado sempre no mesmo local.

É por isso que hoje lembro a importância das pausas regulares para fazer um balanço não só do caminho percorrido, mas também do que realmente queremos – sim, porque podemos querer coisas diferentes, em momentos diferentes da nossa vida.

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A pessoa mais importante…

Gosta da sua imagem no espelho?
Sente-se confiante consigo mesma?
Relembra-se a si mesma, com frequência, que é a pessoa mais importante da sua vida?

Após as férias e mesmo durante, importa não deixar de cuidar de si. Por maior que seja a sua família, o grupo de amigos, o número de colegas com quem se relaciona, você irá conviver consigo até ao fim dos seus dias.

Assim sendo…:
» mime-se todos os dias um bocadinho (uma massagem, uma bebida fresca, um gelado…)
» arranje um hobby que vá ao encontro das suas paixões;
» procure fazer (por exemplo, semanalmente) algum desporto, onde possa descarregar energias;
» faça um plano de acção para ter diariamente um tempo só para si.

O cuidado próprio é fundamental para uma boa saúde física e mental. No entanto, é importante que aprenda a aceitar-se como é e aos seus erros. A partir daí tem margem para melhorar todos os dias um pouco mais e ir ao encontro dos seus objectivos e sonhos. Não se deixe dominar por sentimentos de frustração, mas tome as derrotas e as dificuldades como formas de melhorar a sua luta de todos os dias.

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Silencing the mind

E passam as férias e sempre ouço alguém queixar-se de que “agora é que ia de férias para descansar”. E, pergunto eu, o que fizeram durante as férias?

Muito simples!
Passamos o ano inteiro a correr de um lado para o outro, sempre com o telemóvel disponível porque alguém pode ligar, ou pode ser necessário resolver algum assunto de trabalho. Corremos para ir levar e trazer as crianças da escola para as atividades extra e daí para casa e, no dia seguinte, recomeçamos de novo. Depois, corremos para ir de uma reunião para outra, para responder a mais um email, porque se nãos e responde de imediato, do lado de lá ligam a confirmar se recebemos o email… enfim, acho que entendem onde quero chegar.

Chegamos às férias e a correria mantém-se para ir para a praia, depois ao supermercado, a seguir para deixar os miúdos nos avós, depois porque há um arralial e é preciso lá ir… E a mesma correria, sempre com o telemóvel atrás.

De facto, as férias deveriam ser o momento em que conseguimos reencontrar-nos connosco no SILÊNCIO. Não me refiro a um silêncio em que ninguém fala, em que a TV e o rádio estão desligados e se põesm uns  tampões nos ouvidos para evitar qualquer ruído. Se bem que este silêncio tmabém pode ajudar.

O SILÊNCIO de que falo é aquele em que desaceleramos a mente. Em que conseguimos descansar fazendo coisas de que gostamos; em que temos tempo para disfrutar de uma paisagem, para ler um livro, para apreciar um pôr-de-sol. O silêncio da mente implica viver no nosso ritmo e não no ritmo que nos é imposto pela globalização.

Acha que consegue viver 1 ou 2 semanas assim?
Se tiver a mente silenciada vai escutar o que lhe diz o coração, para onde ele o quer levar. Que sonhos tem, como lá chegar… Como rentabilizar melhor os seus talentos.

Encontre-se no silêncio da sua mente e procure que se torne um hábito diário tirar alguns minutos do seu dia para o fazer ao longo do ano. Os benefícios serão muitos, a começar pela sua boa saúde mental.

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