A nossa melhor jóia

Quando estragamos uma jóia de família já antiga, ficamos com uma sensação de vazio. “E agora? Onde vamos arranjar quem a arranje, mantendo os mesmos materiais, assegurando que a peça fica igual?” É precisa alguma perícia e amor no que se faz, para que o resultado corresponda ao pretendido.

Assim também numa relação a dois, quando as coisas correm mal e o nosso coração se parte, temos de o cuidar cautelosamente para que sare o melhor possível e se prepare para novos desafios.

Imaginem uma pregadeira da vossa bisavó. Ao partir-se, podem cair algumas pedras. Será mais difícil encontrar igual se passarem várias décadas, o que não significa que a peça não tenha conserto, mas pode não ficar como antes.

Quando consertamos o nosso coração partido, temos de procurar as melhores peças, as de melhor qualidade, por forma a assegurar que fica igual ou melhor do que estava antes. Mesmo que nos pareça estranho de início, a forma como ficou, vamos acreditar que conhecemos o nosso coração melhor que ninguém e não haverá melhor artesão do que o nosso ser, para consertar um coração partido, que é a nossa melhor jóia.

pregadeira

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